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Dionne Warwick & Family with David and Cheyenne Elliott

Publicado em 12 de agosto de 2008 por Rodrigo - Internight

Dionne Warwick esteve no Brasil pela primeira vez na década de 1960.

Foi paixão à primeira vista!

Desde então, a musa da música mundial nos visita, seja em turnês ou para encontrar os amigos que fez quando morou no país. Como se fosse nossa Embaixadora, aconselha às platéias ao redor do mundo: “Nas suas próximas férias, façam um favor a vocês mesmos e viajem ao Brasil”.

Sua ligação com o país a fez gravar, em 1995, o CD “Aquarela do Brazil”. Em 2007, gravou DVD e CD “Dionne Warwick & Amigos”, com a participação de Gilberto Gil, Jorge Benjor, Ivan Lins, Simone, Emílio Santiago, Batacotô e Milton Nascimento, a ser lançado em 2008.

Em agosto, Dionne volta para matar as saudades, nossas e dela.

E não vem só. Dionne estará acompanhada por seu filho, o cantor e compositor David Elliott e sua neta, Cheyenne Elliot, de 13 anos.

Com sua banda, formada por Kathleen Rubbicco (piano e diretora musical), Renato Pereira (percussão), William Hunter (teclados), John Shrock (teclados), Ernest Tibbs (baixo) e Jeffrey Lewis (bateria), Dionne apresentará, além de seus clássicos, sua homenagem pessoal aos 50 anos da Bossa Nova.

Dionne Warwick

Dionne Warwick dispensa adjetivos!

Diva da black music, referência mundial de voz que fala à alma, Dionne estabeleceu um novo parâmetro dentro do cenário musical dos EUA. Começando a cantar na infância, em East Orange (New Jersey), na igreja, não era exatamente uma cantora de gospel, nem de r&b, de jazz ou de soul: sua voz reúne elementos de todos esses gêneros musicais e grande sensibilidade pop, o que a ajudou a romper barreiras e fazer sucesso em todo o mundo.

Lenda viva da música internacional, com mais de 45 anos de carreira, Dionne tranformou seu estilo pessoal em hits, que soam em todo o mundo há quase meio século. Desde 1962, quando “Don’t Make Me Over” alcançou a lista das mais tocadas, foram 60 músicas nas paradas, cinco Grammy’s, 48 discos lançados, platéias encantadas em todos os continentes.

Considerada a voz das composições de Burt Bacharach – Hal David, como “Walk on By,” “Say A Little Prayer,” “Anyone Who Had a Heart”, “Windows of the World”, “Wishin’ and Hopin’”, “Do You Know the Way to San Jose?”, Dionne volta ao Brasil para nos presentear com o momento único de encontro com a Grande Dama da Voz.

David Elliott

Filho mais velho de Dionne Warwick, David Elliott é cantor e compositor.

Desde 2002, David tem dividido o palco com Dionne, impressionando as platéias com sua voz suave e sedutora.

Entre suas composições mais conhecidas estão “Here and Now”, canção com a qual Luther Vandross ganha seu primeiro Grammy e “Love Will Find A Way” (em parceria com Terry Steele), gravada em dueto por Dionne Warwick e Whitney Houston no álbum Friends Can Be Lovers.

Em 2001, David faz sua estréia no cinema no filme “Ali, como o cantor Sam Cooke, em interpretação emocionada de “Bring It On Home To Me”.

Cheyenne Elliott

Filha de David Elliott, Cheyenne cresce no mundo dos estúdios. Com apenas 13 anos, já tem uma carreira considerável para contar.

Ainda pequena, aceita o desafio de gravar, em Los Angeles, a canção “Pieces Of Me”. O talento demonstrado pela menina faz sua avó convidá-la a cantar no show “That’s What Friends Are For”. Aos 10 anos, Cheyenne volta ao estúdio com Don Boyett para gravar “A Whole New World”, mostrando mais uma vez sua voz encorpada. Lembrando um pouco Whitney Houston quando jovem, a menina já mostra seu estilo único, apesar de tão pouca idade.

Aos 11 anos, Cheyenne canta “The Greatest Love Of All”, sucesso de Houston, no Tributo a Martin Luther King, no Emelin Theater, em Nova York. Dionne está presente e exclama: “Vou para casa avisar à Whitney a quem pertence esta canção agora!”. Cheyenne, então, apresenta-se com Dionne cantando “We Shall Overcome”. Para a menina, foi uma das noites mais importantes de sua vida. Após esta experiência, Cheyenne continua cantando com Dionne em turnê pela Costa Leste, incluindo shows no North Fork Theater em Westbury e B.B. Kings, em Nova York.

Na comemoração dos 45 anos de carreira de Dionne, Cheyenne tem uma experiência única e desafiante ao cantar “The Greatest Love Of All” no Hollywood Palladium lotado. Gladys Knight, Leslie Uggams e Cissy Houston elogiam sua performance, registrada no DVD The Dionne Warwick Story.

Aos 12, Cheyenne Elliott grava “Put Your Records On”. Dionne então convida Cheyenne para cantar com ela “Love Will Find A Way”, em seu CD My Friends And Me.

No mesmo ano, a convite da Whiteweld Foundation, Cheyenne apresenta-se com Dionne, a cantora Mya, Damon e David Elliott no Lincoln Center’s Avery Fisher Hall, em Nova York, dentro das comemorações dos 45 anos de carreira da avó.

Em janeiro de 2007, Cheyenne grava “Family First”, com Whitney Houston, Dionne Warwick, Cissy Houston, Dee Dee Warwick e David Elliott. Produzida por Damon Elliott, a música está na trilha do filme Daddy’s Little Girls, de Tyler Perry.

Cheyenne ainda debuta no Carnegie Hall, cantando “Star Spangled Banner”, no concerto de Gladys Knight.

E este é apenas o começo. Durante a entrega a Dionne do Prêmio Humanitário da “We Are Family Foundation” (WAFF), em 2007, Cheyenne novamente se apresenta com sua avó. Aplaudida em pé, confirma: nasce uma estrela!

Dionne Warwick – História

Dionne começa cantando em igreja. O primeiro grupo que participa é Drinkard Singers, grupo gospel formado por sua mãe, Lee, tias e primas. Na adolescência, forma seu próprio grupo gospel, The Gospelaires, com a irmã Dee Dee e sua tia Cissy.

Durante apresentação das Drinkard Singers no Apollo Theater no Harlem, Dionne é convidada a fazer backing em gravação do saxofonista Sam “The Man” Taylor.

Enquanto estuda na The Hartt College of Music in Hartford, Dionne viaja regularmente para Nova York, para gravar com artistas como Dinah Washington, Brook Benton, Chuck Jackson, Solomon Burke, entre outros. Durante gravação com The Drifters, o compositor, arranjador e produtor Burt Bacharach a ouve e convida para cantar as canções que estava compondo com novo parceiro, Hal David.

É o início da profícua relação musical, com mais de 30 hits, como “Do You Know The Way To San Jose”, “Message To Michael”, “This Girl’s In Love With You”, “I’ll Never Fall In Love Again,” e “Reach Out For Me”, que fazem de Dionne sua intérprete maior e a levam a alcançar fama mundial.

Ganha seu primeiro Grammy em 1968, com “Do You Know The Way to San Jose?” e torna-se a primeira cantora afro-americana de sua geração a ganhar o prestigiado prêmio de Melhor Vocal Contemporâneo Feminino, dado a apenas outra afro-americana, Ella Fitzgerald. Dionne é também a primeira cantora negra a emplacar 12 sucessos consecutivos no TOP 100, entre 1963 e 1966.

A apresentação de Dionne Warwick no Teatro Olympia de Paris, durante concerto de Marlene Dietrich, lança-a internacionalmente. Enquanto se estabelece como força maior na música contemporânea americana, ganha popularidade entre o público europeu. É a primeira cantora afro-americana a se apresentar para a Rainha da Inglaterra.

Dionne também populariza temas de filmes como “A House Is Not A home,” “Alfie,” “The Valley Of The Dolls,” e “The April Fools”. Em 1968, faz seu próprio filme, “Slaves”, tornando-se a primeira cantora, desde Lena Horne, a alcançar tal feito.

Para Dionne, arte e engajamento andam juntos. Entre seus 5 Grammy’s (“Do You Know the Way to San Jose?” /1968, “I’ll Never Fall in Love Again” /1970, “I’ll Never Love This Way Again” /1979, “Déjà vu” /1979, e “That’s What Friends Are For” /1986), esta última música – que conta também com os vocais de Elton John, Stevie Wonder e Gladys Knight -, reflete a atividade social de Dionne como uma das mais conscientes cidadãs globais, sempre ligada a movimentos sociais. Não foi só música de imenso sucesso, mas também marco de destaque na luta contra a AIDS e na arrecadação de milhões de dólares para a American Foundation for AIDS Research.

Pioneira nas causas humanitárias, Dionne é uma das primeiras artistas a liderar o movimento de luta contra a AIDS. Serve como Embaixadora Americana pela Saúde nos anos 80 e Embaixadora de Alimentos e Agricultura Mundial pela ONU em 2002, além de desenvolver a produção de um livro de histórias que conta em detalhes à história dos Afro-Americanos para uso nas escolas, bibliotecas e livrarias de todo mundo.

SERVIÇO: Via Funchal apresenta: Dionne Warwick & Family
Data: 16 de agosto de 2008
Horário: 21h30
Local: Via Funchal (Rua Funchal, 65, Vila Olímpia, São Paulo – SP)
Censura: livre

PREÇO DOS INGRESSOS:
Platéia VIP (teatro): R$ 300,00
Platéia 1: R$ 250,00
Platéia 2: R$ 150,00
Platéia 3: R$ 120,00
Platéia Lateral: R$ 80,00
Mezanino Central: R$ 250,00
Mezanino Lateral: R$ 150,00
Camarote: R$ 300,00

VENDA DE INGRESSOS:

Bilheterias da Via Funchal: Segunda-feira a Domingo das 12h às 22h
Vendas Online: http://viafunchal.showare.com.br/
Ingressos para grupos: http://www.viafunchal.com.br/ingressos_grupos.asp
Vendas por telefone: (11) 3897-4456 / 3188-4148

PONTOS DE VENDA:

Newness (Livros e Revistas): Av. Yojiro Takaoka, 4528 – Loja 02 – La Ville Mall – Alphaville – Santana do Parnaíba

Fujji Turismo – Rua Tapajós 33C – Guarulhos – SP (Paralela com Av. Paulo Faccini) – Fone (11) 6441-9272

Somente cartões de crédito (Mastercard, Diners e VISA)
Taxa de conveniência: 18%

Obs.: Informações sobre ingressos de estudantes: http://www.viafunchal.com.br/meiaentrada.asp.

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